Parametrização
As regras são suas — sem tocar na base global.
Contrato, rede, pacotes, carências, fluxos e tiers de plano entram como uma camada própria, versionada por operadora.
Plataforma
ARIA // operadoras de saúde
A ARIA se adapta ao contrato, à rede, aos tiers e às alçadas de cada operadora — e entra por API, TISS ou pelo fluxo que a equipe já usa.
Como funciona
O modelo decide no centro de um pipeline. Antes entram evidência e regras da operadora; depois, validações e trilha auditável.
Item e anexo estruturados.
Norma e contexto recuperados.
Contrato, rede e tier.
Parecer item a item.
Camadas confrontam a saída.
Exceções e proteções explícitas.
Fundamento pronto para o fluxo.
Operação completa
uma plataforma · várias frentes
A ARIA combina decisão item a item, operação, comunicação e inteligência de dados numa mesma trilha governada.
Parametrização
Contrato, rede, pacotes, carências, fluxos e tiers de plano entram como uma camada própria, versionada por operadora.
Alta complexidade
Medicação de alto custo, OPME, internação e urgência recebem contexto e prioridade explícitos.
Consenso médico · em produção
A ARIA avalia honorário e codificação, propõe o consenso e fecha o ciclo depois da confirmação do profissional.
Defensabilidade
Fundamento, regra, evidência, versão e próximo passo acompanham o parecer para revisão e contestação.
Mensageria
Linguagem técnica para o prestador e comunicação simples para o beneficiário, sempre vinculadas ao mesmo fundamento.
Dado como produto
Cada decisão alimenta concentração, recorrência, risco, demanda, gestão de rede e novos ciclos de governança.
Engenharia
Velocidade sem estrutura só acelera o risco. A ARIA cerca o motor de evidência, regra própria, validação, integração e governança.
Decidir é só o centro.
A confiança vem de tudo o que entra antes e fica registrado depois.
evidência
regra
validação
Decisão, fundamento, confiança e próximo passo seguem um formato obrigatório — não um texto livre.
Norma, documentos e contexto clínico entram na mesma unidade em que a decisão é tomada.
Contrato, rede, pacotes, carências, limites, tiers e fluxos vivem numa camada separada e versionada.
Critérios clínicos, documentais, contratuais e regulatórios confrontam a saída antes do parecer.
API, padrão TISS ou fluxo autenticado: a ARIA entra na operação que a equipe já usa.
Acesso mínimo, rastreabilidade, anonimização analítica e revisão por amostra desde o desenho.
Governança
A automação avança por aceite, com responsabilidade clara em cada passagem e espaço explícito para a decisão humana.
Entrada
ARIANormaliza, estrutura e evidencia lacunas.
Decisão humanaDefine prioridade e regra operacional.
Decisão clara
ARIAAplica regra, fundamento e trilha.
Decisão humanaSupervisiona por amostra e alçada.
Ambiguidade
ARIARoteia com contexto e confiança.
Decisão humanaAuditor tem a palavra final.
Radar sobre uma amostra anonimizada da carteira.
Concordância medida sem interferir no fluxo atual.
Automação sobe por alçada, qualidade e aceite.
Fast-track no claro; humano no ambíguo.
O próximo passo
Uma conversa técnica, uma amostra segura e os números da sua própria operação — antes de qualquer promessa.